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Pois, quando sou fraco é que sou forte.Vencendo o vitimismo!


O vitimismo é a válvula de defesa de muita gente, o discurso está sempre na ponta da língua para qualquer coisa que dê errado na sua vida.

O discurso vitimista além de ser irritante para os familiares e amigos de trabalho, também faz a vida se adaptar e se conformar aos problemas, nos impedindo de lutar e crescer com eles.

A gente pode se acostumar com nossas fraquezas e preparar um discurso vitimista, ou encará-los a cada dia até superá-los.

Entenda que Deus quer usar suas fraquezas para te tornar mais forte e te aperfeiçoar.

Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza… Pois, quando sou fraco é que sou forte.

2Coríntios 12:9,10

Sobre Fé

"Fé é conhecimento e não confiança.

A confiança é o testemunho da fé.
Logo quem tem fé, tem o conhecimento e por isso confia.
Porque sabe em quem tem crido, e conhece quem Ele É. "



É por isso que sofro essas coisas. Mas eu ainda tenho muita confiança, pois sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar, até aquele dia, aquilo que ele me confiou.2 Timóteo 1:12

O guru, o gato e a religiosidade

Havia um guru religioso que meditava todo dia debaixo de uma árvore juntamente com seus discípulos e depois saiam para servir os pobres. Quando a meditação era iniciada o gato de estimação do guru dava seus miados e pulos com muitas travessuras, atrapalhando a cerimônia religiosa.

Certo dia, o guru teve a idéia de amarrar o gato na árvore enquanto faziam a meditação para que não fossem incomodados e assim pudesse meditar em paz e servir aos pobres com mais tranqüilidade. Com o passar do tempo, o guru decidiu fazer uma escala para que cada um de seus discípulos amarrasse o gato em toda meditação. E assim, os anos se passaram e a cena se repetia até que o velho guru faleceu.

Mesmo após a morte do guru, os discípulos entenderam que deveriam preservaram o hábito de amarrar o gato toda vez que havia a meditação, pois esta, presumiram os discípulos, era a vontade do seu grande guru religioso. E assim, criaram uma regra: Só é permitido e possível fazer meditação amarrando o gato na árvore. Quem não amarrar o gato, não poderá fazer a meditação. E essa regra foi sendo passada e obedecida por muitos discípulos.

Um dia o gato do guru morreu. E com isso, trouxeram outro gato e o amarraram para fazer a meditação, já que a meditação só é possível e permitida se houver um gato amarrado. Durante séculos, gerações e gerações de discípulos foram se multiplicando, preservando e transferindo a idéia da meditação com o gato amarrado. E concluíram que só é possível acontecer uma boa meditação se o gato estiver perto. Essa idéia evoluiu e concluíram que o gato era sagrado para a meditação, elevando-o ao status de divindade.

Com o passar do tempo, muitos começaram a escrever livros sagrados e confissões de fé sobre o gato e a meditação. A partir disso, foram criados debates sobre a relação do gato com a meditação. E chegaram a conclusão de que o gato era um deus. Assim, o gato se tornou a principal figura da religiosidade desse povo com direito a imagem de escultura e adoração com o povo prostrado em torno do gato.

Com isso, houve uma explosão de crescimento numérico de religiosos adoradores do deus gato e surgiram várias facções brigando entre si, discutindo qual era a raça correta do gato sagrado, qual a corda sagrada que deveria amarrar o gato e qual a espécie de árvore deveria servir para amarrar o gato. Essas questões produziram ideologias, partidos políticos e guerras religiosas em nome do deus gato. E assim, ninguém mais teve tempo para meditar e servir aos pobres.