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O que penso sobre ofertas

Há tempos venho pensando sobre ofertas, dízimos, bênção de Deus, lei da semeadura e o que tudo isso tem a ver com a teologia da prosperidade. Creio, a partir da Bíblia, que Deus abençoa financeiramente seu povo. Defendo a prática dos dízimos e ofertas para a manutenção da igreja local e seus projetos. E acredito que o Senhor olha com bons olhos o coração grato.
Porém, a coisa começa a ficar estranha quando esses elementos deixam de ser uma parte do culto e do viver cristão para se tornarem o centro de um discurso e liturgia, no afã de ludibriar o povo e prometer bênçãos sem fim para o ofertante. Na minha opinião isso é teologia da prosperidade, e leva a maioria das pessoas a ofertarem pelos motivos errados. A oferta deixa de ser uma manifestação de gratidão para se tornar uma moeda de troca.
Constantemente os arautos da prosperidade se utilizam de 2Co 8-9 principalmente os versículos 6-11 do capítulo 9 para embasar sua mensagem toma lá dá cá. Mas será que a luz do seu contexto imediat…

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