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Porque odeio final de ano

Não me leve a mal, mas odeio final de ano. Sei da importância para o mercado, compreendo a necessidade de ter uma data que celebre a data do nascimento do Senhor Jesus Cristo o Deus menino, acho lindo (apesar de não ser essa data que Ele nasceu), mas não importa, porque a realidade é outra as pessoas ficam desesperadas, algo que já é evidente ao longo do ano, mas nesse período parece que ficam mais, as pessoas não tem paciência, são intolerantes, parece que vão morrer se não chegarem ao seu objetivo, tenho impressão ao andar em certos lugares, que estou em um coliseu onde sobrevive quem consegue matar todos que estão a sua volta primeiro, tipo jogos vorazes.  Não tenho vocação para viver na Índia nem na China, cada dia mais eu me identifico como niilista, não enxergo como os outros vêem e não vejo melhora e nem progresso para o futuro. Despejo aqui meu ódio pela vida em coletividade, sei que estou me opondo a minha fé e aos mandamentos do meu Senhor, mas sinceridade não é pecado. Meu desejo é que as pessoas ao menos lembrem da mensagem de Cristo e deixe a obsessão de lado e olhe para os necessitados, para aqueles que não terão o que comer, aqueles que não terão companhia e que a bondade não se estenda somente para este período, mas como por todo o ano. Porém o meu lado niilista não me deixa acreditar que isso vá acontecer. 

O Engano Pré-Milenista

O Engano Pré-Milenista

por

Brian Schwertley


 

Contradições Pré-Milenistas

A visão escatológica predominante entre os cristãos no século vinte é o pré-milenismo. O pré-milenismo é a visão de que após a sua segunda vida, Jesus Cristo governará a terra por 1000 anos. Assim, a segunda vinda é antes do milênio (pré-milenista). Os pré-milenistas ensinam que na segunda vinda de Cristo, os santos que estiverem vivos serão rapturados e os santos mortos serão levantados dentre os mortos. Todos esses santos receberão corpos glorificados e imortais. Eles encontrarão Cristo nos ares e retornarão para governar com ele a terra por 1000 anos. Esse período de 1000 anos será um de paz e justiça mundial. No final desse período, Satanás será solto de sua prisão para enganar as nações. Inúmeros exércitos se rebelarão e atacarão Cristo e os santos em Jerusalém; esses exércitos serão então destruídos por fogo do céu. Após a derrota desses exércitos rebeldes, acontecerá a ressurreição e o julgamento final; então começará o estado eterno. Essa é, em resumo, a essência do pré-milenismo; há muitas variações. Entre os pré-milenistas há os que crêem num rapto pré-tribulacional, medo-tribulacional e pós-tribulacional. Os pré-milenistas dispensacionalistas colocam o rapto não na segunda vinda, mas no princípio da tribulação de sete anos.

1. O mito da interpretação literal vs. não-literal

Os pré-milenistas argumentam que eles sustentam uma interpretação literal da Escritura, enquanto acusam seus oponentes teológicos (e.g., pós-milenistas) de terem uma tendência de espiritualizar passagens proféticas. A verdade é que pré-milenistas, amilenistas e pós-milenitas ─ todos eles ─ crêem que a Escritura deve ser interpretada literalmente às vezes e simbolicamente em outras ocasiões, dependendo do contexto da passagem e da intenção do autor. Os autores pré-milenistas  dizem aos seus leitores que eles interpretam a Bíblia literalmente. Mas se você ler os seus livros, cenas com arcos, flechas e cavalos tornam-se futuras batalhas com tanques, helicópteros e aeronaves. A marca da besta se torna um chip de computador ou um código de barra. Os gafanhotos do abismo (Apocalipse 9) supostamente se tornam ataques de helicópteros, e assim por diante. Há algum autor ou comentarista pré-milenista que creia que a besta do mar com sete cabeças e dez chifres (Apocalipse 13) é uma criatura literal? O ponto é: pré-milenistas, amilenistas e pós-milenitas ─ todos eles─ interpretam algumas passagens simbolicamente e alguma passagens literalmente. A única forma de determinar qual é a melhor interpretação é usando princípios bíblicos saudáveis de interpretação ao examinar as passagens em questão. Isso significa que o contexto, a audiência, a intenção do autor, o tempo da escrita, e assim por diante, devem ser considerados. Além do mais, a Escritura não pode contradizer a Escritura; portanto, quando duas passagens parecem estar em conflito uma com a outra, a passagem mais clara deve ser usada para interpretar a menos clara. Esse princípio é muito importante, pois há muitas passagens claras no Novo Testamento que ensinam algo sobre a segunda vinda de Cristo.

O pré-milenismo é baseado numa interpretação literal de Apocalipse 20. Muitos pré-milenistas não conhecem uma interpretação pós-milenista. Muitos pré-milenistas são informados que os fundamentalistas são pré-milenistas, enquanto os teólogos liberais são pós-milenistas. Muitospré-milenistas não sabem que a visão dominante entre os protestantes, desde a Reforma até o final de 1800, era, de fato, pós-milenista. O pré-milenismo se tornou a visão dominante após a publicação, em 1909, da Bíblia de Referência Scofield. Os pré-milenistas frequentemente não estão cientes dos muitos e sérios problemas teológicos e exegéticos que acompanham a interpretação deles.


Pois, quando sou fraco é que sou forte.Vencendo o vitimismo!


O vitimismo é a válvula de defesa de muita gente, o discurso está sempre na ponta da língua para qualquer coisa que dê errado na sua vida.

O discurso vitimista além de ser irritante para os familiares e amigos de trabalho, também faz a vida se adaptar e se conformar aos problemas, nos impedindo de lutar e crescer com eles.

A gente pode se acostumar com nossas fraquezas e preparar um discurso vitimista, ou encará-los a cada dia até superá-los.

Entenda que Deus quer usar suas fraquezas para te tornar mais forte e te aperfeiçoar.

Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza… Pois, quando sou fraco é que sou forte.

2Coríntios 12:9,10