O que penso sobre ofertas


Há tempos venho pensando sobre ofertas, dízimos, bênção de Deus, lei da semeadura e o que tudo isso tem a ver com a teologia da prosperidade. Creio, a partir da Bíblia, que Deus abençoa financeiramente seu povo. Defendo a prática dos dízimos e ofertas para a manutenção da igreja local e seus projetos. E acredito que o Senhor olha com bons olhos o coração grato.

Porém, a coisa começa a ficar estranha quando esses elementos deixam de ser uma parte do culto e do viver cristão para se tornarem o centro de um discurso e liturgia, no afã de ludibriar o povo e prometer bênçãos sem fim para o ofertante. Na minha opinião isso é teologia da prosperidade, e leva a maioria das pessoas a ofertarem pelos motivos errados. A oferta deixa de ser uma manifestação de gratidão para se tornar uma moeda de troca.

Constantemente os arautos da prosperidade se utilizam de 2Co 8-9 principalmente os versículos 6-11 do capítulo 9 para embasar sua mensagem toma lá dá cá. Mas será que a luz do seu contexto imediato esses textos podem ser utilizados para dizer que se você ofertar muito Deus vai lhe abençoar muito? Será que é esse tipo de prática que o apóstolo Paulo está incentivando? Está mesmo Deus preso nessa dinâmica da semeadura, na lei da recompensa? Vamos então, panoramicamente, analisar esses textos e é muito importante que você abra sua bíblia e vá conferindo as referências bíblicas.

Um cristão pode ser cremado?

Texto do Bispo Hermes Fernandes

Em vinte e seis anos de ministério, esta semana foi a primeira vez que conduzi uma cerimônia fúnebre em que a pessoa falecida foi cremada. Domingo, depois do culto da manhã, eu e minha família, juntamente com a família de nossa amada Terezinha Santana, fomos lançar suas cinzas ao mar, atendendo o pedido que fizera. Jamais esquecerei dos momentos de emoção que vivemos na Escola Naval, atrás da pista de pouso e decolagem do Aeroporto Santos Dumont, de frente para o Pão de Açúcar.


Melhor é a sabedoria do que a violência


Melhor é a sabedoria do que as armas de guerra, porém um só pecador destrói muitos bens.
Eclesiastes 9:18

Porque Deus nos fez mais fracos que alguns animais?

Deus nos fez mais fracos que alguns animais, porque ELE nos fez não para usarmos a nossa força, mas para usarmos a nossa inteligência. Por exemplo, como você acha que Davi conseguiu matar um leão e um urso? Do mesmo jeito que venceu o filisteu Golias, ele descobriu que ao atirar a pedra com uma funda, a mesma multiplicava o seu peso ao ponto de levar mesmo um homem forte e alto como Golias ao desmaio, e assim poder matá-lo.
O que eu quero dizer é que podemos resolver nossos problemas sem violência, mas com dialogo. Se o mundo entendesse isso? Não haveria tanta violência no mundo. Se os países do oriente médio entendessem isso, vidas seriam poupadas. Se a nossa força de segurança pública entendesse isso, muitos inocentes não teriam perdido suas vidas.
O problema está em nossa natureza pecaminosa, que acha que podemos resolver nossos conflitos usando a força e assim alimentando nosso ego medíocre.

Que Deus nos ajude a fazermos como Cristo que ao invés de usar seu poder para matar, resolveu morrer.  

O Engano Pré-Milenista

O Engano Pré-Milenista
por
Brian Schwertley

Contradições Pré-Milenistas
A visão escatológica predominante entre os cristãos no século vinte é o pré-milenismo. O pré-milenismo é a visão de que após a sua segunda vida, Jesus Cristo governará a terra por 1000 anos. Assim, a segunda vinda é antes do milênio (pré-milenista). Os pré-milenistas ensinam que na segunda vinda de Cristo, os santos que estiverem vivos serão rapturados e os santos mortos serão levantados dentre os mortos. Todos esses santos receberão corpos glorificados e imortais. Eles encontrarão Cristo nos ares e retornarão para governar com ele a terra por 1000 anos. Esse período de 1000 anos será um de paz e justiça mundial. No final desse período, Satanás será solto de sua prisão para enganar as nações. Inúmeros exércitos se rebelarão e atacarão Cristo e os santos em Jerusalém; esses exércitos serão então destruídos por fogo do céu. Após a derrota desses exércitos rebeldes, acontecerá a ressurreição e o julgamento final; então começará o estado eterno. Essa é, em resumo, a essência do pré-milenismo; há muitas variações. Entre os pré-milenistas há os que crêem num rapto pré-tribulacional, medo-tribulacional e pós-tribulacional. Os pré-milenistas dispensacionalistas colocam o rapto não na segunda vinda, mas no princípio da tribulação de sete anos.
1. O mito da interpretação literal vs. não-literal
Os pré-milenistas argumentam que eles sustentam uma interpretação literal da Escritura, enquanto acusam seus oponentes teológicos (e.g., pós-milenistas) de terem uma tendência de espiritualizar passagens proféticas. A verdade é que pré-milenistas, amilenistas e pós-milenitas ─ todos eles ─ crêem que a Escritura deve ser interpretada literalmente às vezes e simbolicamente em outras ocasiões, dependendo do contexto da passagem e da intenção do autor. Os autores pré-milenistas  dizem aos seus leitores que eles interpretam a Bíblia literalmente. Mas se você ler os seus livros, cenas com arcos, flechas e cavalos tornam-se futuras batalhas com tanques, helicópteros e aeronaves. A marca da besta se torna um chip de computador ou um código de barra. Os gafanhotos do abismo (Apocalipse 9) supostamente se tornam ataques de helicópteros, e assim por diante. Há algum autor ou comentarista pré-milenista que creia que a besta do mar com sete cabeças e dez chifres (Apocalipse 13) é uma criatura literal? O ponto é: pré-milenistas, amilenistas e pós-milenitas ─ todos eles─ interpretam algumas passagens simbolicamente e alguma passagens literalmente. A única forma de determinar qual é a melhor interpretação é usando princípios bíblicos saudáveis de interpretação ao examinar as passagens em questão. Isso significa que o contexto, a audiência, a intenção do autor, o tempo da escrita, e assim por diante, devem ser considerados. Além do mais, a Escritura não pode contradizer a Escritura; portanto, quando duas passagens parecem estar em conflito uma com a outra, a passagem mais clara deve ser usada para interpretar a menos clara. Esse princípio é muito importante, pois há muitas passagens claras no Novo Testamento que ensinam algo sobre a segunda vinda de Cristo.
O pré-milenismo é baseado numa interpretação literal de Apocalipse 20. Muitos pré-milenistas não conhecem uma interpretação pós-milenista. Muitos pré-milenistas são informados que os fundamentalistas são pré-milenistas, enquanto os teólogos liberais são pós-milenistas. Muitospré-milenistas não sabem que a visão dominante entre os protestantes, desde a Reforma até o final de 1800, era, de fato, pós-milenista. O pré-milenismo se tornou a visão dominante após a publicação, em 1909, da Bíblia de Referência Scofield. Os pré-milenistas frequentemente não estão cientes dos muitos e sérios problemas teológicos e exegéticos que acompanham a interpretação deles.